A intensidade daquela que não sabe molhar só a ponta dos pés.
Glee - Take a bow
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A música que anda habitando a minha cabeça da hora que eu acordo, até a hora que vou dormir, já cantei ela inteira pra ver se consigo esquecer e cantar outra, mas nada feito. É bonitinha e me faz bem!
"Existem momentos da vida em que somos desafiados a perder cascas, a compreender a importância de caminhar, deixando paisagens para trás. Ainda que isso doa, uma vez que nosso ego se estrutura a partir de apegos e identificações, é a compreensão meditativa de que tudo passa que lhe permitirá seguir caminhando e, enfim, abrir-se ao novo que belamente se introduz em sua vida, pouco a pouco, passo a passo, até que você apareça com a alma totalmente renovada. Procure se interiorizar neste momento, evitando grandes atividades sociais. Faça este contato com o núcleo da sua alma e você entenderá quais são as coisas que precisam ser deixadas para trás. Conselho: Viver é perder cascas continuamente!"
Esse papo de indiferença não é comigo. Não consigo fingir, nem mentir. Eu me interesso sim, me preocupo sim, há momentos de muita tensão, mas há tantos outros de pura ternura. E é exatamente esse balanço entre o bem e o mal que me faz sempre voltar ao ponto de partida. Não sei ser alheia a paz que eu sinto quando tu chega, ou a sorte que tive de, no meio de tantas possibilidades, ter te encontrado. De mim, você até pode não saber tudo, mas eu de você saberei todos os detalhes, pode apostar. Posso não demonstrar de forma constante, pois nada em mim é de fato constante, mas estou sempre te filmando, te seguindo. E toda vez que leio a palavra saudade, é teu rosto que aparece, seguro e sorridente de um jeito que só me encanta ainda mais. Depois vem a lembrança do teu cheiro que misturado ao meu é o melhor de todos que já senti. Eu te sinto a todo o instante. Eu te chamo a toda hora. Tu não sente? Desde que te encontrei, todas as noites quando eu apago a luz, te dou boa noite, mesmo qua...
Bryan Adams - Please Forgive Me Eu ainda não consigo descrever a nova Lili... Mas eu sei que ela é exatamente como eu imaginava... Doce, calma, meiga, chorona, boba, beija o príncipe e volta a acreditar em contos de fadas... A velha Lili era terrível... Não acreditava em nada que pudesse se mover... Só acreditava em coisas concretas... Coisas abstratas, nem pensar... A nova Lili gosta de ar fresco, gosta de acordar mais cedo... Gosta de andar de bike, gosta de comer comida de verdade e não gosta mais tanto de doces... A velha Lili não tinha noção alguma sobre cuidados com ela mesma... Fumava feito uma turca, dormia pouco, comia muito mal, era muito baladeira, tomava muita cerveja e era muito estressada... A nova Lili é uma criança, a velha Lili era uma... velha... A nova Lili acredita que todo mundo tem salvação, que nada é definitivo, mas que algumas coisas simplesmente são para sempre, mesmo que ela não consiga explicar isso de forma concreta... A velha Lili achava que para sempre e...
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